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Informação Geral

Informação Geral

O Brasil ocupa aproximadamente metade da América do Sul, na fronteira com o Oceano Atlântico.

O país cobre uma área total de 8.514.215 km2 (3.287.357 milhas quadradas), que inclui 8.456.510 km2 (3.265.080 milhas quadradas) de terra e 55.455 km2 (21.411 milhas quadradas) de água. O seu ponto mais alto é o Pico da Neblina, com 2.994 m (9.823 pés). O Brasil faz fronteira com: Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana Francesa, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.

Com seu vasto território, o Brasil ocupa a maior parte da parte oriental do continente sul-americano e seu centro geográfico, além de várias ilhas no Oceano Atlântico. Os únicos países maiores do mundo são a Rússia, o Canadá, a República Popular da China e os Estados Unidos (incluindo o Alasca). O território nacional se estende por 4.395 quilômetros (2.731 milhas) de norte a sul (latitude de 5 ° 16’20” N a 33 ° 44’32” S) e 4.319 quilômetros (2.684 milhas) de leste a oeste (34 ° 47’30” W a 73 ° 59’32” W longitude). Ele abrange três fusos horários, sendo o mais ocidental uma hora antes do horário padrão do leste dos Estados Unidos. O fuso horário da capital (Brasília) e da parte mais populosa do Brasil ao longo da costa leste (UTC-3) está duas horas à frente do horário padrão do leste. As ilhas do Atlântico estão no fuso horário mais oriental.

O arquipélago de Fernando de Noronha está localizado a 350 quilômetros a nordeste de seu ponto mais extremo, além de várias pequenas ilhas e atóis no Atlântico – Abrolhos, Atol das Rocas, Penedos de São Pedro e São Paulo, Trindade e Martim Vaz. No início dos anos 70, o Brasil reivindicou um mar territorial que se estendia por 362 quilômetros (225 milhas) das costas do país, incluindo as das ilhas.

Na costa leste do Brasil, a costa atlântica se estende por 7.367 quilômetros (4.578 milhas). No oeste, no sentido horário a partir do sul, o Brasil possui 15.719 quilômetros (9.767 milhas) de fronteiras com o Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa. Os únicos países da América do Sul com os quais o Brasil não compartilha fronteiras são o Chile e o Equador. Alguns assuntos menores estão em questão, mas não existem verdadeiras grandes controvérsias de fronteira com nenhum dos países vizinhos.

O país possui cinco ecossistemas: a floresta tropical, o pantanal, o cerrado, a mata atlântica e os pampas e áreas adjacentes.

 

Regiões geográficas

1) Centro-Oeste

2) Nordeste

3) Norte

4) Sudeste

5) Sul

 

Os Estados brasileiros

 

Os 26 Estados do Brasil e o Distrito Federal (Brasília) são divididos convencionalmente em cinco regiões: Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Em 1996, havia 5.581 municípios (municípios), que possuem governos municipais. Muitos municípios, que são comparáveis ​​aos municípios dos Estados Unidos, por sua vez, são divididos em distritos (distritos), que não têm autonomia política ou administrativa. Em 1995, havia 9.274 distritos.

Todos as áreas municipais e distritais, independentemente do tamanho, são consideradas oficialmente urbanos. Para fins puramente estatísticos, os municípios foram agrupados em 1990 em 559 microrregiões, que por sua vez constituíam 136 mesorregiões. Esse agrupamento modificou a divisão microrregional anterior criada em 1968, uma divisão usada para apresentar dados do censo de 1970, 1975, 1980 e 1985.

Cada uma das cinco principais regiões possui um ecossistema distinto. No entanto, os limites administrativos não coincidem necessariamente com os ecológicos. Além das diferenças no ambiente físico, os padrões de atividade econômica e de assentamento populacional variam amplamente entre as regiões. As principais características ecológicas de cada uma das cinco principais regiões, bem como suas principais características socioeconômicas e demográficas, estão resumidas abaixo.

O Centro-Oeste é constituído pelos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (separado do Mato Grosso em 1979), além do Distrito Federal, local de Brasília, capital nacional. Até 1988, o estado de Goiás incluía a área que se tornou o estado do Tocantins no Norte.

O Centro-Oeste possui 1.612.077 km² (622.426 milhas quadradas) e cobre 18,9% do território nacional. Seu bioma principal é o cerrado, a savana tropical em que a pastagem natural é parcialmente coberta por arbustos retorcidos e pequenas árvores. O cerrado era usado para criação de gado no passado, mas agora também é usado para a produção de soja. Existem florestas ao longo dos rios e córregos e algumas áreas maiores de floresta mais densa, a maioria das quais foi desmatada para agricultura e pecuária. No norte, o cerrado se funde com a floresta tropical. Também inclui o Pantanal, a oeste, conhecidos por sua vida selvagem, especialmente aves aquáticas e jacarés. No início da década de 1980, 33,6% da região havia sido alterada por atividades antrópicas, com uma baixa de 9,3% no Mato Grosso e uma alta de 72,9% em Goiás (não incluindo o Tocantins). Em 1996, a região Centro-Oeste tinha 10,2 milhões de habitantes, ou 6% da população total do Brasil. A densidade média é baixa, com concentrações nas cidades de Brasília, Goiânia, Campo Grande e Cuiabá e arredores. Os padrões de vida estão abaixo da média nacional. Em 1994, eram mais altos no Distrito Federal, com renda per capita de US $ 7.089 (a mais alta do país) e mais baixa em Mato Grosso, com 2.268 dólares.

NORTE

O norte equatorial, também conhecido como Amazônia ou Amazônia, inclui, de oeste a leste, os estados de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e, a partir de 1988, Tocantins (criado no norte de Goiás), que está situado no centro-oeste. Rondônia, anteriormente um território federal, tornou-se estado em 1986. Os antigos territórios federais de Roraima e Amapá foram elevados à condição de estado em 1988. Com 3.869.638 km² (1.494.076 milhas²), o Norte é a maior região do país, cobrindo 45,3% dos o território nacional. O principal bioma da região é a floresta tropical úmida, também conhecida como floresta tropical, lar de algumas das mais ricas diversidades biológicas do planeta. O Norte serviu como fonte de produtos florestais que variam de “produtos de terras remotas” (como salsaparrilha, cacau, canela e manteiga de tartaruga) no período colonial à borracha e castanha do Brasil nos últimos tempos. Em meados do século XX, os produtos não florestais da mineração, agricultura e pecuária tornaram-se mais importantes e, nos anos 80, a indústria madeireira cresceu. Em 1990, 6,6% do território da região foi considerado alterado por ação antrópica (artificial), com níveis estaduais variando de 0,9% no Amapá a 14,0% em Rondônia. As maiores concentrações populacionais estão no leste do estado do Pará e em Rondônia. As principais cidades são Belém e Santarém, no Pará, e Manaus, no Amazonas. Os padrões de vida estão abaixo da média nacional. A maior renda per capita, US$ 2.888, na região em 2015, foi no Amazonas, enquanto a menor, US$ 2, foi no Tocantins.

NORDESTE

Os nove estados que compõem o Nordeste são Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. O arquipélago de Fernando de Noronha (antigo território federal de Fernando de Noronha, hoje parte de Pernambuco) também está incluído no Nordeste. A região, com 1.558.000 km², cobre 0,3% da concentração terrestre nacional da população rural, e seu padrão de vida é o mais baixo do Brasil.

SUL

Os três estados do Sul são: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – juntos cobrem 577.214 km² (222.864 milhas quadradas), ou 6,8% do território nacional. A população do Sul é de 23,1 milhões, ou 14% do total do país. A região é quase tão densamente povoada quanto o Sudeste, mas a população está mais concentrada ao longo da costa. As principais cidades são Curitiba e Porto Alegre. Os habitantes do sul desfrutam de padrões de vida relativamente altos. Por causa de sua indústria e agricultura, o Paraná tem a maior renda média de  U$ 3.674, enquanto Santa Catarina, terra de pequenos agricultores e pequenas indústrias, teve um pouco menos de U$ 3.405. Além das florestas úmidas da Mata Atlântica e da Araucária, muitas das quais foram desmatadas no período pós-Segunda Guerra Mundial, a porção mais ao sul do Brasil contém a savana uruguaia, que se estende até a Argentina e o Uruguai. Em 1982, 83,5% da região havia sido alterada pela atividade antrópica, sendo o nível mais alto (89,7%) no Rio Grande do Sul e o nível mais baixo (66,7%) em Santa Catarina. A agricultura – grande parte da qual, como a produção de arroz, é realizada por pequenos agricultores – apresenta altos níveis de produtividade. Existem também algumas indústrias importantes.

SUDESTE

O Sudeste é composto pelos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Sua área total de 927.286 km² (358.027 milhas quadradas) corresponde a 10,9% do território nacional. A região possui a maior parcela da população do país, 63 milhões ou 39% do total nacional, principalmente como resultado da migração interna desde meados do século XIX até a década de 1980. Além de uma densa rede urbana, contém as megacidades de São Paulo e Rio de Janeiro. A região combina os mais altos padrões de vida no Brasil com bolsões de pobreza urbana. Originalmente, o principal bioma no Sudeste era a Mata Atlântica. A atividade antrópica alterou 79,5% da região, variando de 75% em Minas Gerais a 91,1% no Espírito Santo. A região possui a maior parte da produção industrial do Brasil. Somente o estado de São Paulo é responsável por metade das indústrias do país. A agricultura, também muito forte, diversificou-se e agora utiliza tecnologia moderna.

 

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